
Fui hoje ao teatro. Que cultural, hein!? Rs. Resolvi desgrudar a bunda de qualquer cadeira, cama ou afins que tenham em minha casa e fui fazer algo de muito mais interessante. Convidei um amigo. Aliás, tô fazendo um amigo. Como a Medicina não poderia em momento algum me abandonar (rs de novo!), fui ajudá-lo a evoluir alguns pacientes e então rumo ao teatro.
Espetáculo maravilhoso! Ciganos, do grupo Ponto de Partida e texto do mineiro Bartolomeu Campos de Queirós. Idéias simples, porém valiosas. Um jogo de panos, luzes, música e histórias que me remeteram à minha infância. Infância em cidade pequena! Uma velhinha que conta histórias pra criançada; o medo de apontar para uma estrela porque pode nascer uma verruga na ponta; e até um vigário fuchiquento. A história, é óbvio, mostram hábitos do povo cigano. Melhor, é sobre como eles chegam até uma cidade pequena, transformam-na e sobretudo como a população os vê. Mistérios e medos que tanto aquelas cores e dentes de ouro despertam em uma gente de vida tão pacata. Vale a pena assistir! Além de que a companhia transbordava talento.
Pra final de noite uma cerveja vai sempre bem. Duazinhas me deixaram bem lerdo e isso vai me levar pra cama, apesar de que preferiria não ter ido dormir apenas com a Brahma.