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domingo, 11 de maio de 2008

Ciganos


Fui hoje ao teatro. Que cultural, hein!? Rs. Resolvi desgrudar a bunda de qualquer cadeira, cama ou afins que tenham em minha casa e fui fazer algo de muito mais interessante. Convidei um amigo. Aliás, tô fazendo um amigo. Como a Medicina não poderia em momento algum me abandonar (rs de novo!), fui ajudá-lo a evoluir alguns pacientes e então rumo ao teatro.
Espetáculo maravilhoso! Ciganos, do grupo Ponto de Partida e texto do mineiro Bartolomeu Campos de Queirós. Idéias simples, porém valiosas. Um jogo de panos, luzes, música e histórias que me remeteram à minha infância. Infância em cidade pequena! Uma velhinha que conta histórias pra criançada; o medo de apontar para uma estrela porque pode nascer uma verruga na ponta; e até um vigário fuchiquento. A história, é óbvio, mostram hábitos do povo cigano. Melhor, é sobre como eles chegam até uma cidade pequena, transformam-na e sobretudo como a população os vê. Mistérios e medos que tanto aquelas cores e dentes de ouro despertam em uma gente de vida tão pacata. Vale a pena assistir! Além de que a companhia transbordava talento.
Pra final de noite uma cerveja vai sempre bem. Duazinhas me deixaram bem lerdo e isso vai me levar pra cama, apesar de que preferiria não ter ido dormir apenas com a Brahma.

sexta-feira, 2 de maio de 2008

Até o Obama!

Não, o Osama não!
É o Obama mesmo.
O mulato mágico
buscando votos na comunidade latina.
Até ele se entregou ao Reggaeton!

Reggaeton


Taí um estilo musical que tem me ganhado. Há pouco tempo nunca tinha ouvido falar do Reggaeton e agora já me sinto bem familiar. Se trata de uma ritmo da América Central que ganhou os Estados Unidos, principalmente a comunidade latina, que bem se sabe é grande parcela da população americana. A música tem uma relação forte com o movimento HipHop, chamando os mais críticos de HipHop Latino. Reaggaeton é conhecido na América quase que toda, e o Brasil é um dos poucos lugares em que a música não virou moda. Pelas bandas de cá, quase ninguém já ouvi falar, e isso é óbvio por um punhado de fatores como por exemplo a diversidade cultural tamanha dentro de um país continente como o nosso e questões como o idioma e as distâncias territoriais e sobretudo culturais causadas pelas distintas colonizações. O que posso garantir é que é uma música envolvente! Daquelas que dá vontade de "sair pra dançar" num final de semana qualquer. Da Terra do Fogo até os subúrbios de Nova Iorque todos conhecem Tito El Bambino, Don Omar e Daddy Yankee, uns dos maiores ícones do estilo. Colecionam Grammys e como mesmo dizem estão "traficando musica por tonelada". Sustentam pose de gangsters e assim ajudam a continuar mantendo uma unidade na América Latina "hablante" de espanhol.


quarta-feira, 23 de abril de 2008

Canta Sol!

Hoje ouvi uma versão em português daquela canção "We are the World", feita pra uma campanha pró-África. Doíam meus ouvidos. Ainda prefiro a Solange (BBB) cantando "Iarnuou", por ao menos me provocar gargalhadas intensas. E só pra não deixar cair no esquecimento o tal hilário domínio da língua yankee...

"Iarnuou,
Iarne silvan,
Iarnou,
Cest maraiken,
So lesta silvan."

quinta-feira, 10 de abril de 2008

Miradas



"Y hay miradas que perdidas
Entre miles de miradas
Andan solas por la vida
En busca de otras miradas
Y hay miradas que cautivan
Por lo bellas y profundas
Como tu mirada azul
Que me atrapa día a día"
Axel >>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>>
É uma brincadeira com uma música que gosto muito, me lembra coisa boa.
Bons olhares são os que pouco aparentam ser.
Sinto falta, boludos!