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domingo, 27 de abril de 2008

E a pobre Isabella deve tá dando até autógrafo lá no céu.

terça-feira, 22 de abril de 2008

Toma!

"Eu não apóio mulher com mulher.
Eu apóio é tudo com tudo!"
Pepé (rs!)

segunda-feira, 21 de abril de 2008


"Cuidado! Nem o pão, nem o queijo."


Harold - Bogotá
Pati - Porto Alegre
Seres incríveis e de bons conselhos!

sexta-feira, 18 de abril de 2008

Alguém viu meus 50 centavos?

Voltava hoje da faculdade quando resolvi passar pela sorveteria do bairro e levar um pouco de sorvete pra casa. "Putz! Se eu tivesse com minha carteira iria levar sorvete." Pois não é que ela realmente tava no meu bolso? Nunca tá... Ao me colocar de frente ao balcão do estabelecimento me senti numa situação parecida com aquela em "O Homem que Copiava" em que a personagem do ator Lázaro Ramos pergunta produto a produto qual o valor total da compra do supermercado pra que não ultrapasse os (acho que) R$12 que ele tinha. A bem da verdade, o meu drama era o seguinte: abri a carteira e vi que tinha - pasmem com a dinherama! - R$6! Metade do que tinha o Lázaro Ramos. Bom, ele ficou sem levar a carne, eu fiquei sem levar "O Incrível Pote com 10 Bolas" que custava R$6. Ué? Porque então não levei? Esqueci de uma coisa. O pote era não era seis reais e sim seis reais e c-i-n-q-u-e-n-t-a c-e-n-t-a-v-o-s. Isso! Por 50 cents não levei o pote. Pensei muito na hora. Sempre jogo em algum canto a moedinha de cinquenta, sempre! Dessa vez me fez falta. Enquanto a moça da sorveteria enchia os 2 míseros copinhos (meu e o que levava pro meu irmão), pensei muito sobre o relativismo presente numa simples moeda. Cheguei a pensar assim: "aposto que de troco ela vai me dar a fortuna que tanto quero, e então já não vai me servir pra nada." Por final, fui embora feliz da vida com um sorvete de chocolate e puto com uma moeda de 50! Joguei num canto quando cheguei em casa...